terça-feira, maio 16, 2006

O Mundo não me deixa abandonar

Vi hoje na montra de um talho uma amálgama de carne com uma etiqueta espetada onde se lia: "carne para sálgádos".

domingo, maio 14, 2006

Inexorável como um moinho, já cá estou

Foi, de facto, uma estupidez da minha parte. Peço desculpa se incomodei alguém, essa não era a minha intenção.
Beijinhos, abraços, e música boa.

Dusty Springfield - The Windmills Of Your Mind
(nova janela, não se esqueçam)

Round
Like a circle in a spiral
Like a wheel within a wheel
Never ending or beginning
On an ever-spinning reel
Like a snowball down a mountain
Or a carnival balloon
Like a carousel that’s turning
Running rings around the moon
Like a clock whose hands are sweeping
Past the minutes of it’s face
And the world is like an apple
Whirling silently in space
Like the circles that you find
In the windmills of your mind

Like a tunnel that you follow
To a tunnel of it’s own
Down a hollow to a cavern
Where the sun has never shone
Like a door that keeps revolving
In a half-forgotten dream
Or the ripples from a pebble
Someone tosses in a stream
Like a clock whose hands are sweeping
Past the minutes of it’s face
And the world is like an apple
Whirling silently in space
Like the circles that you find
In the windmills of your mind

Keys that jingle in your pocket
Words that jangle in your head
Why did summer go so quickly?
Was it something that you said?
Lovers walk along a shore
And leave their footprints in the sand
Is the sound of distant drumming
Just the fingers of your hand?
Pictures hanging in a hallway
And the fragment of a song
Half-remembered names and faces
But to whom do they belong?
When you knew that it was over
You were suddenly aware
That the autumn leaves were turning
To the colour of her hair

Like a circle in a spiral
Like a wheel within a wheel
Never ending or beginning
On an ever-spinning reel
As the images unwind
Like the circles that you find
In the windmills of your mind

quinta-feira, maio 11, 2006

Dramas existenciais

O Ogre está a pensar no blOgre.
Ser ou não ser, continuar ou não continuar.
Depois da recente série de insultos, e de uma inexplicável falta de vontade de vir cá escrever, o blOgre vai ficar encerrado para férias.
De qualquer maneira, até um dia destes.
Virei brevemente escrever qulaquer chalaça à la ogre, ou uma pungente despedida.

sexta-feira, maio 05, 2006

quinta-feira, abril 27, 2006

Sem Aviso Prévio, parte II

"Estas cabronas têm comichão na rata! Sabe que estão numa fase complicada, é da idade!"

quarta-feira, abril 26, 2006

Finalmente alguém me dá a devida importância!



Flávia, colega, amiga, e minha convidada do Indie.
"De nada Flávia amiga, de nada. Eu sei que sou fofo, não o consigo evitar."

terça-feira, abril 25, 2006

SEMPRE!!

sexta-feira, abril 21, 2006

Indie. Ontem. 21h15

Fiz a minha primeira projecção.
O projeccionista da sala 2 do Londres disse que não queria ser o responsável pela projecção (apesar de ser isso o combinado), e como precisavam que alguém fizesse isso, eu aproveitei a deixa, e fui.
Já consegui ver um filme, e para mais dentro do horário de trabalho, o que é sempre bom.
Interkosmos, de Jim Finn, versa a conquista espacial da Alemanha soviética, e é muito bom.


Indie. Ontem. Fora de Horas







Os porreiraços do catering trouxeram-nos o que ia sobrando da festa de abertura.
Salgadinhos; tostas com maionese e caviar, com pasta de fígado, de atum, requeijão e noz; cubinhos de queijo; e espetadas de fruta.
Soube bem.

terça-feira, abril 18, 2006

Francisco Adam morreu

Mas dos outros 9 mortos ninguém fala.

segunda-feira, abril 17, 2006

Puxa, que fixola

domingo, abril 16, 2006

A magia de novo no ar - os Gatos têm mesmo 7 vidas



Ontem no Maxime, onde mais?, outra noite mágica na companhia do mesmo companheiro de lutas anteriores.
Victor "o Elvis Português" Gomes, com 60 e muitos anos, mas ainda um animal de palco. Ele, e o seu casaco de napa com franjas.
Rock'n'Roll, Blues, Country, Slows, tudo, tudo, tudo dos anos 60 e 70. Não estava tanta gente como no concerto do José Cid, mas havia um feeling diferente.
Quereis saber porquê?
Na guitarra ritmo, o único, inimitável, Manuel João Vieira.



E na guitarra solo, o melhor guitarrista português de sempre. O melhor que houve, o melhor que há, e o melhor que alguma vez haverá.
O grande Phil Mendrix.
Socas de 10 cm. de tacão, camisa aberta, calças boca-de-sino, a sua grande cabeleira... um hippie no Maxime


Victor Gomes, esse, nasceu para falar.
"Eu sou fiel. As minhas ex. dizem que não, mas sou..."
"Deiam (literalmente) sossego ao velho"
"Os dinossáuros às vezes cumprimentam-se" (referindo-se a um cumprimento bizarro a Phil Mendrix)

sábado, abril 15, 2006

Eu não sou de falar mal,

mas a música que a SIC arranjou para anunciar o Mundial de Futebol dá-me vontade de passar o Verão a ver partidas de bisca lambida.
É, sem exagero, a pior música alguma vez feita. A própria ideia de ter a palavra "música" numa frase em que falo daquela merda me faz repulsa.

sexta-feira, abril 14, 2006

Coragem... Gabriel, O Alves, está aqui



Gabriel Alves - Boas Festas 2002

Tenham paciência para ouvir, que vale a pena.

terça-feira, abril 11, 2006

A nova aquisição


Um dvd com o trabalho (sobretudo videoclips) do realizador francês, mais conhecido pelo filme Eternal Sunshine of the Spotless Mind.
É bom, e estou orgulhoso.

sábado, abril 08, 2006

quinta-feira, abril 06, 2006

Sem aviso prévio

"Oh meu ganda cabrão, corto a tua mãe às postas e faço sopa de puta!"

segunda-feira, abril 03, 2006

Cá está



10000 Anos Depois Entre Vénus e Marte, de José Cid, tem músicas destas, muito mais conhecidas e divulgadas no estrangeiro que em Portugal.
Ouçam sem medo até ao fim.

José Cid - O Caos
(nova janela, sim?)

Toda a gente corre pela estrada comum, todos os caminhos vão a lugar nenhum
Se tiveres que fugir, foge, se tiveres que morrer, morre
Só....

A tua cidade é uma vala comum, todos os caminhos vão a lugar nenhum
Se tiveres que fugir, foge, se tiveres que morrer, morre
Só...


A tua cidade é uma vala comum, todos os caminhos vão a lugar nenhum
Se tiveres que morrer, morre, se tiveres que fugir, foge
Só...

Já nenhum caminho borda o horizonte
Com que os homens sonharam
Sem como nem porquê, sem como nem porquê,
A vida morre de fronte, e a morte é aquilo que se vê

Vimos pouco a pouco o mundo acabar, e ficámos calados
Não se ouviu um grito, não se fez um gesto
Nem a própria ruína nos conseguiu manter acordados.

Toda a gente corre para a vala comum
Todos os caminhos vão a lugar nenhum
Se conseguires fugir foge, na tua nave do espaço (?)
Só...


(agradecimentos ao Loff pela companhia ontem, e pela letra hoje)

Ontem, Maxime, noite mágica

sábado, abril 01, 2006

Vêde