Não temam por mim, estou vivo.
Mas isto torna-se complicado, porque enquanto trabalho tenho uma "senhora" que espreita para o meu computador. A Sra. B.
Mas não viro cara à luta, e cá estou a avisar que não morri, e continuo com vontade de denunciar o que vai mal neste país.
Se houver interessados, estou a participar no pastelinho.blogspot.com, um blog de malta da minha escola primária, com acentuadas convicções políticas.
sexta-feira, março 05, 2004
E a primeira coisa que eu tenho a dizer, é:
Cada vez odeio mais o penteado do Santana Lopes.
É tão ridículo, que até me faz comichão no pescoço.
Agora imaginem o gajo como Presidente da R., e Portugal a sofrer o maior surto de comichões da História. Só comparável à ameaça de termos o Alberto João como Presidente da Assembleia da R.
Chiça!
E se aisto juntarmos o Duroso Borrão a Primeiro Ministro!...
A única coisa que falta é o Paulo Portas a Ministro da Defesa.
Isso é que eu não aceitava.
Bem... Haja esperança.
Gostaram do toque sarcástico?
Esperança, este Governo... Este Governo, esperança...
Cada vez odeio mais o penteado do Santana Lopes.
É tão ridículo, que até me faz comichão no pescoço.
Agora imaginem o gajo como Presidente da R., e Portugal a sofrer o maior surto de comichões da História. Só comparável à ameaça de termos o Alberto João como Presidente da Assembleia da R.
Chiça!
E se aisto juntarmos o Duroso Borrão a Primeiro Ministro!...
A única coisa que falta é o Paulo Portas a Ministro da Defesa.
Isso é que eu não aceitava.
Bem... Haja esperança.
Gostaram do toque sarcástico?
Esperança, este Governo... Este Governo, esperança...
sábado, novembro 29, 2003
Se sempre foram os maiores, nunca tiveram razões de queixa...
Se acham que o vosso tempo está no fim, os dias de glória prestes a acabar...
Se agora, depois do maravilhoso passado, começam a sofrer de eliminação precoce:
SPORTING CLUB DE PORTUGAL apresenta o novo e maravilhoso produto:
FERNANDO SANTOS!!! O homem que não se importa com as agruras do presente. O homem que dá o exemplo a todos aqueles que estão ligados ao passado de glória.
Se quer deixar de se preocupar com os problemas que o começam a afectar agora, Fernando Santos resolve o problema; assuste-se antes com o que acontecerá no futuro.
Fernando Santos... o engenheiro do quê?
Para tomar uma vez por dia, de preferência em forma de conferência de imprensa.
(Não dispensa consulta do folheto; em caso de problema consulte o seu médico ou farmacêutico.)
Se acham que o vosso tempo está no fim, os dias de glória prestes a acabar...
Se agora, depois do maravilhoso passado, começam a sofrer de eliminação precoce:
SPORTING CLUB DE PORTUGAL apresenta o novo e maravilhoso produto:
FERNANDO SANTOS!!! O homem que não se importa com as agruras do presente. O homem que dá o exemplo a todos aqueles que estão ligados ao passado de glória.
Se quer deixar de se preocupar com os problemas que o começam a afectar agora, Fernando Santos resolve o problema; assuste-se antes com o que acontecerá no futuro.
Fernando Santos... o engenheiro do quê?
Para tomar uma vez por dia, de preferência em forma de conferência de imprensa.
(Não dispensa consulta do folheto; em caso de problema consulte o seu médico ou farmacêutico.)
quarta-feira, novembro 05, 2003
Eu não sou de falar mal, mas já repararam que o PSD e o CDS passam a vida a defender a coligação, que é para manter no futuro, que está a ser uma maravilha, mas só o fazem em congressos próprios? Não fazem um congresso comum para o afirmar. É do género: “Gosto muito de ti, mas fica longe. Já basta aturar-te em Conselho de Ministros!”
Estive longe. Testes, orais, merdas da faculdade. Aliás, as merdas do costume.
Diga-se que não tem havido nada para falar aqui.
Não vou falar de pedofilia, os telejornais já esgotaram as piadas a esse respeito.
Não vou falar de futebol, as anedotas foram todas resumidas ao resultado do Guerra Madaleno.
Só posso falar de política. Oh, política, esse assunto fértil e maravilhoso, que tanta alegrias (leia-se gargalhadas) dá aos cidadãos.
Quando algum dos poderes/órgãos/cromos políticos deste país me der motivos para vir aqui, contem comigo.
Diga-se que não tem havido nada para falar aqui.
Não vou falar de pedofilia, os telejornais já esgotaram as piadas a esse respeito.
Não vou falar de futebol, as anedotas foram todas resumidas ao resultado do Guerra Madaleno.
Só posso falar de política. Oh, política, esse assunto fértil e maravilhoso, que tanta alegrias (leia-se gargalhadas) dá aos cidadãos.
Quando algum dos poderes/órgãos/cromos políticos deste país me der motivos para vir aqui, contem comigo.
domingo, agosto 31, 2003
14.08.2003
Capri, e um bocado de Nápoles.
Calor, calor, calor. Capri, c’est fini, e nem sequer gostei muito.
Nápoles é que é muito fixe: edifícios dos séculos XVIII e XIX a rodos, una atrás dos outros, e um castelo renascentista, muito tétrico, à entrada do porto. Bonito e assustador.
O pior foi o calor: os meus pais constiparam-se à entrada do barco, que estava frio. Mas acho que a cidade vale bem uma contipaçãozita.
Depois de jantar voltei ao vício da sueca, e voltei a ganhar.
Capri, e um bocado de Nápoles.
Calor, calor, calor. Capri, c’est fini, e nem sequer gostei muito.
Nápoles é que é muito fixe: edifícios dos séculos XVIII e XIX a rodos, una atrás dos outros, e um castelo renascentista, muito tétrico, à entrada do porto. Bonito e assustador.
O pior foi o calor: os meus pais constiparam-se à entrada do barco, que estava frio. Mas acho que a cidade vale bem uma contipaçãozita.
Depois de jantar voltei ao vício da sueca, e voltei a ganhar.
13.08.2003
Hoje fui a Malta.
Fui numa excursão organizada pelo barco, e voltou a dar merda. Fiquei com a ideia que vi tudo, menos o que valia a pena ver: La Valleta. Andei a passear pela ilha, e não fui à cidade. Que grande merda! Olha, fica para a próxima.
Fiquei a saber que o «Gladiador» foi filmado lá, e vi do barco o estúdio de exteriores de um filme que está para sair, o «Tróia» (ou algo assim), com o Brad Pitt.
Sendo que não vi nada de jeito, não há nada para contar.
Hoje fui a Malta.
Fui numa excursão organizada pelo barco, e voltou a dar merda. Fiquei com a ideia que vi tudo, menos o que valia a pena ver: La Valleta. Andei a passear pela ilha, e não fui à cidade. Que grande merda! Olha, fica para a próxima.
Fiquei a saber que o «Gladiador» foi filmado lá, e vi do barco o estúdio de exteriores de um filme que está para sair, o «Tróia» (ou algo assim), com o Brad Pitt.
Sendo que não vi nada de jeito, não há nada para contar.
12.08.2003
Hoje foi outro dia no mar.
Acordei às 12h30, saí do quarto à 14h00, e as únicas coisas que fiz, foram: comer, ver jogos de vólei, jogar mini-golf, fazer ginástica, comer, escrever isto.
Ah! Estive a ver o Harry Potter, o segundo, depois de jantar. O filme é giro, pensei que fosse pior.
Enquanto escrevo isto, estou a ver a «Janela Indiscreta». Muito bom.
Hoje foi outro dia no mar.
Acordei às 12h30, saí do quarto à 14h00, e as únicas coisas que fiz, foram: comer, ver jogos de vólei, jogar mini-golf, fazer ginástica, comer, escrever isto.
Ah! Estive a ver o Harry Potter, o segundo, depois de jantar. O filme é giro, pensei que fosse pior.
Enquanto escrevo isto, estou a ver a «Janela Indiscreta». Muito bom.
11.08.2003
Hoje fui a Atenas... o berço da civilização moderna.
Fui numa excursão com o tempo contado; resultado: 20 minutos para ver a Acrópole. Plano dos acontecimentos: 10h40 – chegada ao sopé da Acrópole; 10h45 – chegada à bilheteira; 10h50 – compra de bilhetes e início da corrida; 10h53 às 10h58 – corrida pelo meio dos edifícios, com fotografias em movimento; 10h59 – início da corrida descendente; 11h02 – chegada, com puxão de orelhas, ao autocarro. Depois fui vaguear pela cidade à procura de alguma coisa qua valha a pena ver atrás de um vidro... não encontrei!
À noite vi «To Catch a Thief», no cinema do barco.
Hoje fui a Atenas... o berço da civilização moderna.
Fui numa excursão com o tempo contado; resultado: 20 minutos para ver a Acrópole. Plano dos acontecimentos: 10h40 – chegada ao sopé da Acrópole; 10h45 – chegada à bilheteira; 10h50 – compra de bilhetes e início da corrida; 10h53 às 10h58 – corrida pelo meio dos edifícios, com fotografias em movimento; 10h59 – início da corrida descendente; 11h02 – chegada, com puxão de orelhas, ao autocarro. Depois fui vaguear pela cidade à procura de alguma coisa qua valha a pena ver atrás de um vidro... não encontrei!
À noite vi «To Catch a Thief», no cinema do barco.
10.08.2003
Hoje fui a Santorini. Deve ser a mais bonita das ilhas gregas. A ilha é um vulcão, cuja cratera está submersa. O bonito é que do porto para a terreola só se pode ir de teleférico, de burro, ou a pé; não há maneiras de fazer lá uma estrada.
A aldeia em si é muito bonita: casas brancas, janelas azuis, bem como as cúpulas das igrejas ortodoxas. Estava na esplanada do restaurante Sphynx, a ver a paisagem, e via casas até certo ponto, onde, como a encosta é muito íngreme, se via logo o mar... nada de praias ou portos.
A ilha tem também uma cidade antiga espectacularmente coservada. Não pude ir lá, mas já a conhecia; é linda. De qualquer maneira fiquei triste por não ter ido lá, até porque estava com um amigo que não a conhecia, e ele teve que ir levar os avós ao barco, e eu fiquei com três monas que não queriam ir lá.
Lixei-me... e fiquei chateado o resto do dia.
Hoje fui a Santorini. Deve ser a mais bonita das ilhas gregas. A ilha é um vulcão, cuja cratera está submersa. O bonito é que do porto para a terreola só se pode ir de teleférico, de burro, ou a pé; não há maneiras de fazer lá uma estrada.
A aldeia em si é muito bonita: casas brancas, janelas azuis, bem como as cúpulas das igrejas ortodoxas. Estava na esplanada do restaurante Sphynx, a ver a paisagem, e via casas até certo ponto, onde, como a encosta é muito íngreme, se via logo o mar... nada de praias ou portos.
A ilha tem também uma cidade antiga espectacularmente coservada. Não pude ir lá, mas já a conhecia; é linda. De qualquer maneira fiquei triste por não ter ido lá, até porque estava com um amigo que não a conhecia, e ele teve que ir levar os avós ao barco, e eu fiquei com três monas que não queriam ir lá.
Lixei-me... e fiquei chateado o resto do dia.
segunda-feira, agosto 18, 2003
07.08.2003
Hoje, companheiros, fui a Roma. Saí tarde do barco, voltei cedo, e vi tudo a correr. Estavam, sem exagero, uns 40ºc, portanto já estava habituado. Fui à Fontana di Trevi e lembrei-me daquele filme do Fellini, «La Dolce Vita» com o Mastroiani e aquela gaja boa que nunca me lembra o nome.
Esta cidade é linda... Onde quer que se vá vêem-se vespas, turistas, e polícias; por esta ordem. As vespas são fixes porque sim; os turistas são fixes porque trazem as filhas; os polícias são fixes porque têm nome de gang de caubóis, e fardas que nos fazem rir. Agora a sério... aquelas turistas!!... Bem... aqueles monumentos (os verdadeiros, não elas)... lindos... o Panteão: já lá foram? É muito fixe (e tá cheio de gajas!!!).
Agora mais a sério: tou aqui no gozo porque Roma é daquelas cidades que não se descrevem com palavras. É uma cidade que se descreve a si própria, através das ruínas que ficaram até aos dias de hoje. É uma cidade onde nos sentimos parte da História, que nos faz esquecer tudo o que é imediato e terreno, só pensamos no passado, e na melhor maneira de compreender tudo o que vemos, de explicar a magnificência aos nossos olhos, para depois a transmitir-mos a alguém, como eu estou a tentar fazer convosco.
Pausa para jantar.
Depois de jantar fiz algo que nunca julguei possível: uma hora de exercício. EU!!! E depois, piscina, mais uma horita. Depois vim descansar, eu mais o meu companheiro de quarto. A seguir fomos fazer um joguito de mini-golf, e encontrámos uns americanos que queriam jogar soccer; passados uns minutos já me chamavam Figo (se eu era o Figo, eles eram um Paulo Madeira, ou um Secretário), dada a velocidade com que marcava golos. Foi lindo, levámos uma coça no Mundial, mas ali, na arena, onde o jogo mais conta, onde os homens se enfrentam cara a cara, sem pudor, mano a mano, ganhámos nós.
Já são 5h da matina, vou dormir.
Hoje, companheiros, fui a Roma. Saí tarde do barco, voltei cedo, e vi tudo a correr. Estavam, sem exagero, uns 40ºc, portanto já estava habituado. Fui à Fontana di Trevi e lembrei-me daquele filme do Fellini, «La Dolce Vita» com o Mastroiani e aquela gaja boa que nunca me lembra o nome.
Esta cidade é linda... Onde quer que se vá vêem-se vespas, turistas, e polícias; por esta ordem. As vespas são fixes porque sim; os turistas são fixes porque trazem as filhas; os polícias são fixes porque têm nome de gang de caubóis, e fardas que nos fazem rir. Agora a sério... aquelas turistas!!... Bem... aqueles monumentos (os verdadeiros, não elas)... lindos... o Panteão: já lá foram? É muito fixe (e tá cheio de gajas!!!).
Agora mais a sério: tou aqui no gozo porque Roma é daquelas cidades que não se descrevem com palavras. É uma cidade que se descreve a si própria, através das ruínas que ficaram até aos dias de hoje. É uma cidade onde nos sentimos parte da História, que nos faz esquecer tudo o que é imediato e terreno, só pensamos no passado, e na melhor maneira de compreender tudo o que vemos, de explicar a magnificência aos nossos olhos, para depois a transmitir-mos a alguém, como eu estou a tentar fazer convosco.
Pausa para jantar.
Depois de jantar fiz algo que nunca julguei possível: uma hora de exercício. EU!!! E depois, piscina, mais uma horita. Depois vim descansar, eu mais o meu companheiro de quarto. A seguir fomos fazer um joguito de mini-golf, e encontrámos uns americanos que queriam jogar soccer; passados uns minutos já me chamavam Figo (se eu era o Figo, eles eram um Paulo Madeira, ou um Secretário), dada a velocidade com que marcava golos. Foi lindo, levámos uma coça no Mundial, mas ali, na arena, onde o jogo mais conta, onde os homens se enfrentam cara a cara, sem pudor, mano a mano, ganhámos nós.
Já são 5h da matina, vou dormir.
06.08.2003
Hoje, meus amigos, era suposto ir a Florença. Digo era, porque ninguém mostrou disponibilidade, e eu não me metia num autocarro sozinho para uma cidade que fica a 100 km daqui, num país desconhecido. Para mais, a única coisa que sei dizer em italiano é «ci sonno lumache» e nem sei como é que se escreve ( quem souber, que me diga s.f.f.).
O melhor que fiz foi ir a Piza ver o do costume (que mais pontos de interess há naquela cidade?). No caminho de Livorno para lá, depois de quase atropelarmos um tarado que quis apanhar um papel no meio de um cruzamento, vimos um acampamento militar norte-americano, que, disse-nos o taxista, tinha 12 km por 4. Deve ser o Vaticano made in USA.
De resto, nada. Estou de trombas porque queria ir a Florença.
É verdade: agora de noite vi, não sei se na Córsega se na Sardenha (estava longe, não ouvia que língua falavam), um incêndio danado, Grande como tudo, um incêndio muito bem feito, e fiquei com saudades de casa. É que em Portugal os fogos são mais bonitos...
Hoje, meus amigos, era suposto ir a Florença. Digo era, porque ninguém mostrou disponibilidade, e eu não me metia num autocarro sozinho para uma cidade que fica a 100 km daqui, num país desconhecido. Para mais, a única coisa que sei dizer em italiano é «ci sonno lumache» e nem sei como é que se escreve ( quem souber, que me diga s.f.f.).
O melhor que fiz foi ir a Piza ver o do costume (que mais pontos de interess há naquela cidade?). No caminho de Livorno para lá, depois de quase atropelarmos um tarado que quis apanhar um papel no meio de um cruzamento, vimos um acampamento militar norte-americano, que, disse-nos o taxista, tinha 12 km por 4. Deve ser o Vaticano made in USA.
De resto, nada. Estou de trombas porque queria ir a Florença.
É verdade: agora de noite vi, não sei se na Córsega se na Sardenha (estava longe, não ouvia que língua falavam), um incêndio danado, Grande como tudo, um incêndio muito bem feito, e fiquei com saudades de casa. É que em Portugal os fogos são mais bonitos...
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