sábado, novembro 05, 2005
quarta-feira, novembro 02, 2005
Mais um filme

Este é dos meus favoritos de sempre. Em 1958 Mario Monicelli pegou em meia dúzia de magníficos e fez uma bela comédia. É a história de um grupo de meliantes que planeia um assalto que lhes renderá uma bela maquia, e no qual, obviamente, nada corre como era suposto.
Com Vittorio Gassman, Marcello Mastroianni, Totò, Renato Salvatore, e, acima de tudo, Claudia Cardinale.
EH LECAS!!!
Obrigado lp, por me fazeres ver que até sou medianamente valioso.
My blog is worth $5,080.86.
How much is your blog worth?
sexta-feira, outubro 28, 2005
Grande disco
Bem sei que a capa também não é brilhante, mas não é disso que se trata.
Trata-se, isso sim, de um grande disco, de um grande músico. Enfim, de uma coisa que alegra qualquer tarde chuvosa.
Ficai com um verso bonito, que na música soa perfeito:
(...)
Hey, take a little while to grow your brother's hair
And now, take a little while to make your sister fair.
And now that the family
Is part of a chain
Take off your eyeshade
Start over again.
(...)
Já agora a música chama-se Hazey Jane II, o álbum Bryter Layter, e ele chamava-se Nick Drake.
E apesar de ter morrido em 74 tem direito a site.
segunda-feira, outubro 24, 2005
As novidades estão a passar por aqui
Pois é, finalmente vou desvendar o mistério.
Meses passados sobre o primeiro anúncio, aqui fica: fugi de Direito; aquela merda dava-me cabo da cabeça.
Hoje foi o primeiro dia de aulas, numa escola nova, num curso novo, e acima de tudo com um sorriso novo nos lábios. Um sorriso aberto, franco, honesto.
Acho que a partir daqui é sempre a subir.
Em contrapartida, vou ter menos tempo para vir cá.
Meses passados sobre o primeiro anúncio, aqui fica: fugi de Direito; aquela merda dava-me cabo da cabeça.
Hoje foi o primeiro dia de aulas, numa escola nova, num curso novo, e acima de tudo com um sorriso novo nos lábios. Um sorriso aberto, franco, honesto.
Acho que a partir daqui é sempre a subir.
Em contrapartida, vou ter menos tempo para vir cá.
quinta-feira, outubro 20, 2005
Saiu por cima

Depois de ter dito que se ia embora, e de enumerar os motivos pelos quais o fazia, Dias da Cunha subiu em flecha na minha consideração.
Fazem falta homens como ele no futebol, em nome da transparência, da honestidade, e do bom nome das instituições.
Criticaram-no por falar muito no sistema, mas como o apito dourado veio a provar, tinha razão. Acusam-no de disparar contra tudo e todos quando o Sporting perde, mas isso é o que qualquer adepto, de qualquer clube, faz. Se calhar nem sempre teve a razão do seu lado, mas viveu intensamente o clube, e esforçou-se para o levar a bom porto.
Queria ser o Presidente do Centenário, mas não se agarrou ao poder.
E, acima de tudo, não abdicou dos seus valores quando chegou a hora da decisão.
Admiro-o.
Pocket Revolution
quarta-feira, outubro 19, 2005
Hoje acordei com esta música na cabeça

Summer's almost gone
Summer's almost gone
Summer's almost gone
Almost gone
Yeah, it's almost gone
Where will we be
When the summer's gone?
Morning found us calmly unaware
Noon burn gold into our hair
At night, we swim the laughin' sea
When summer's gone
Where will we be
Where will we be
Where will we be
Morning found us calmly unaware
Noon burn gold into our hair
At night, we swim the laughin' sea
When summer's gone
Where will we be
Summer's almost gone
Summer's almost gone
We had some good times
But they're gone
The winter's comin' on
Summer's almost gone
segunda-feira, outubro 17, 2005
Regresso
Três pontos, três:
1º "Já falaste com o teu banco?" "Não, falei com o teu." "Já foste ao teu banco?" "Mas tás senil, ou quê?" "Já falaste com o banco dos teus pais?" "Tu deves é ser maluquinho!"
Moral da história: o BES é muito bom no crédito à habitação, mas no que toca ao resto, têm todos conta noutros bancos.
2º Uma senhora feia (doravante aventesma) a falar com uma senhora feia mais velha (doravante aventesma mais velha), num corredor do corte inglês:
aventesma: "ai eu tenho as pernas do meu pai... já as ancas, as ancas são da minha família!"
aventesma mais velha:...
eu pergunto-me: o pai não é da família?
e já agora, fez uma série de implantes arriscados, ou não tem assunto de conversa?
mais: como serão as pernas? peludas? musculadas? rudes?
fiquei com medo.
3º Vi hoje uma senhora, aqui na Estrada de Benfica, no carro, a virar-se para trás a falar com alguém que não estava lá. O carro estava vazio.
Ora então, boa noitinha.
1º "Já falaste com o teu banco?" "Não, falei com o teu." "Já foste ao teu banco?" "Mas tás senil, ou quê?" "Já falaste com o banco dos teus pais?" "Tu deves é ser maluquinho!"
Moral da história: o BES é muito bom no crédito à habitação, mas no que toca ao resto, têm todos conta noutros bancos.
2º Uma senhora feia (doravante aventesma) a falar com uma senhora feia mais velha (doravante aventesma mais velha), num corredor do corte inglês:
aventesma: "ai eu tenho as pernas do meu pai... já as ancas, as ancas são da minha família!"
aventesma mais velha:...
eu pergunto-me: o pai não é da família?
e já agora, fez uma série de implantes arriscados, ou não tem assunto de conversa?
mais: como serão as pernas? peludas? musculadas? rudes?
fiquei com medo.
3º Vi hoje uma senhora, aqui na Estrada de Benfica, no carro, a virar-se para trás a falar com alguém que não estava lá. O carro estava vazio.
Ora então, boa noitinha.
quinta-feira, outubro 13, 2005
sexta-feira, outubro 07, 2005
quinta-feira, outubro 06, 2005
Hoje lembrei-me...
terça-feira, outubro 04, 2005
Teve uma certa piadola
Há bocado, ia eu na rua com a minha drª mais-que-tudo, e um betalhaço dirigiu-se-me com um panfolheto da candidatura do CDS.
E assim, sem mais nem porquê, atirei-lhe:
"Não se preocupe, não vale a pena!"
E assim, sem mais nem porquê, atirei-lhe:
"Não se preocupe, não vale a pena!"
segunda-feira, outubro 03, 2005
quarta-feira, setembro 28, 2005
Aviso à navegação
Se os caríssimos visitantes ainda me têm em conta de pessoa normal, e mentalmente saudável, rogo que não leiam o que a seguir se escreverá.
O que se passa é que hoje de manhã acordei a pensar, interessadíssimo, num dos grandes mistérios da Humanidade.
Mais uma vez vos digo, se sois pessoas sensíveis, para não continuardes a ler.
Ora bem:
hoje de manhã, quando acordei, pensava com os meus botões: "será que se eu desse um traque no fundo das Fossas Marianas, a bolha cresceria desmesuradamente antes de atingir a superfície, e mataria todos os habitantes deste planeta?"
Gostava de ver... pelo menos se a bolha ia, ou não, crescer.
Assim, lanço um repto. Se há algum cientista a ler o meu blog, e havendo, se leu este post até ao fim, diga-me se isso é possível.
O que se passa é que hoje de manhã acordei a pensar, interessadíssimo, num dos grandes mistérios da Humanidade.
Mais uma vez vos digo, se sois pessoas sensíveis, para não continuardes a ler.
Ora bem:
hoje de manhã, quando acordei, pensava com os meus botões: "será que se eu desse um traque no fundo das Fossas Marianas, a bolha cresceria desmesuradamente antes de atingir a superfície, e mataria todos os habitantes deste planeta?"
Gostava de ver... pelo menos se a bolha ia, ou não, crescer.
Assim, lanço um repto. Se há algum cientista a ler o meu blog, e havendo, se leu este post até ao fim, diga-me se isso é possível.
terça-feira, setembro 27, 2005
Duas coisas

1ª Faz hoje 56 anos que nasceu o clube que é a bandeira de Trás-os-Montes no que toca ao futebol.
56 anos pontuados por altos e baixos, entre os quais se destacam uma grave, e constante, crise financeira, e uma participação na Taça UEFA.
O Desportivo de Chaves é grande entre os pequenos, e o orgulho dos flavienses e de todos os amantes do futebol manhoso, mas com brio.
É DE CHAVES, É DE CHAVES! É DE CHAVES SIM SENHOR!
2ª: cria-se um novo link, de um blog de oposição à gerência camararária do Município de Chaves, liderada por João Baptista, que aos poucos, e em apenas quatro anos, destruiu a moral de uma cidade, bem como a sua identidade: Chaves Livre.
domingo, setembro 25, 2005
Abril?
Ontem passei o dia todo fora, a ajudar o grande Loff a fazer uma cenas para a sua curta-metragem, "O Homem do Chapéu de Chuva", e só soube da notícia tarde de mais para vir aqui.
Já tenho em quem votar.
Como sabem não vou muito à bola com o Manuel Alegre, mas é o último grande socialista do PS.
É um homem de esquerda, que não tem vergonha de o dizer.
E não o diz só porque lhe convém.
E eu gostava que metesse o Soares na gaveta, como este quis meter o Socialismo.
Abril está aqui, com este candidato.
Já tenho em quem votar.
Como sabem não vou muito à bola com o Manuel Alegre, mas é o último grande socialista do PS.
É um homem de esquerda, que não tem vergonha de o dizer.
E não o diz só porque lhe convém.
E eu gostava que metesse o Soares na gaveta, como este quis meter o Socialismo.
Abril está aqui, com este candidato.
quarta-feira, setembro 21, 2005
domingo, setembro 18, 2005
sexta-feira, setembro 16, 2005
It's Friday I'm in love
Até vos contava uma história de encantar. Daquelas bonitas, que nos deixam com uma lágrima no canto do olho.
Uma história original, em que um ogre se apaixona pela mulher perfeita e vivem felizes para sempre.
Mas não conto, porque isso iria demorar cinco anos (que é a parte que conheço), e é mais bonito vivê-la do que contá-la.
Bom fim de semana.
Uma história original, em que um ogre se apaixona pela mulher perfeita e vivem felizes para sempre.
Mas não conto, porque isso iria demorar cinco anos (que é a parte que conheço), e é mais bonito vivê-la do que contá-la.
Bom fim de semana.
quinta-feira, setembro 15, 2005
Cromos
Ontem tive o prazer (ou então não) de me cruzar com duas pessoas que marcaram:
Primeiros: logo pela manhã, um senhor velhote mandou um tralho descomunal aqui ao pé de minha casa. Fui a correr, ajudei-o a levantar-se, e perguntei: "está tudo bem?"
"ESTÁ!!!" berrou ele, com ar de ódio, enquanto sacudia os joelhos.
"Precisa de ajuda?"
"NÃO!!!", disse ele com ar de quem me odiava cada vez mais.
"Tá certo!", e fui embora a rir.
Palerma.
Segundos: uma gaja, ali ao pé da 5 de Outubro, que se cruzou comigo, enquanto falava ao telemóvel com alguém.
"Oh pá, tipo, convidas, tipo, o Henrique, pa ele, tipo, vir fazer, tipo, companhia."
Primeiros: logo pela manhã, um senhor velhote mandou um tralho descomunal aqui ao pé de minha casa. Fui a correr, ajudei-o a levantar-se, e perguntei: "está tudo bem?"
"ESTÁ!!!" berrou ele, com ar de ódio, enquanto sacudia os joelhos.
"Precisa de ajuda?"
"NÃO!!!", disse ele com ar de quem me odiava cada vez mais.
"Tá certo!", e fui embora a rir.
Palerma.
Segundos: uma gaja, ali ao pé da 5 de Outubro, que se cruzou comigo, enquanto falava ao telemóvel com alguém.
"Oh pá, tipo, convidas, tipo, o Henrique, pa ele, tipo, vir fazer, tipo, companhia."
quarta-feira, setembro 14, 2005
Finalmente!
Ora bem, o jantar. Ou deveria dizer "O Jantar"?
O jantar foi uma coisa esperta.
Separada a mesa, por mero acaso, em dois blocos (o Bloco Fernão - eu, o Miguel, o MT, e a Inês; e o bloco das das ex. Repúblicas Socialistas Soviéticas - Carolina, Catarina, Catarina, Pedro), o jantar correu sobre rodas.
Comeu-se bem, falou-se melhor, não havia SporTV, e o Sporting ganhou.
Fora isso, gostei de rever velhos amigos, gostei de ver amizades recentes, e acima de tudo, gostei muito de conhecer quem não conhecia (Inês e MT, vocês estão neste lote porque já não vos via há quinhentos anos, e nem eram da minha classe).
O jantar foi bom, muito bom, e espero que se repitam muitos assim, juntando-se nos próximos os ausentes deste.
Assim, ganharam-se dois membros novos para a seita, e espero que já tenham uma ideia do que se passa lá dentro. Ódio à Teresa Gulherme, comparação desta ao Schumacher (e aqui há duas interpretações: a do Líder, que defende a superiorização do Schuschu em relação à Tété; e a da oposição, que sou eu, que diz que Schumacher é tão mau como ela, e não passa de um alemão esquisitóide).
Pois que chegado aqui resta-me agradecer um tão agradável jantar, e tentar agremiar mais pessoas à minha causa.
Atenciosamente,
Ogre
O jantar foi uma coisa esperta.
Separada a mesa, por mero acaso, em dois blocos (o Bloco Fernão - eu, o Miguel, o MT, e a Inês; e o bloco das das ex. Repúblicas Socialistas Soviéticas - Carolina, Catarina, Catarina, Pedro), o jantar correu sobre rodas.
Comeu-se bem, falou-se melhor, não havia SporTV, e o Sporting ganhou.
Fora isso, gostei de rever velhos amigos, gostei de ver amizades recentes, e acima de tudo, gostei muito de conhecer quem não conhecia (Inês e MT, vocês estão neste lote porque já não vos via há quinhentos anos, e nem eram da minha classe).
O jantar foi bom, muito bom, e espero que se repitam muitos assim, juntando-se nos próximos os ausentes deste.
Assim, ganharam-se dois membros novos para a seita, e espero que já tenham uma ideia do que se passa lá dentro. Ódio à Teresa Gulherme, comparação desta ao Schumacher (e aqui há duas interpretações: a do Líder, que defende a superiorização do Schuschu em relação à Tété; e a da oposição, que sou eu, que diz que Schumacher é tão mau como ela, e não passa de um alemão esquisitóide).
Pois que chegado aqui resta-me agradecer um tão agradável jantar, e tentar agremiar mais pessoas à minha causa.
Atenciosamente,
Ogre
sexta-feira, setembro 09, 2005
Disco do dia

Não há nada que possa dizer sobre este disco. É ouvi-lo, e sentir a melodia inebriar-nos a alma.
Bem-dita a hora em que os descobri.
Ainda me lembro: algures no inverno, 11º ano, acordei de manhã, cheio de vontade de ir para a E.S.C.U. (como devem calcular), e ainda meio a dormir, às escuras, ouvi Manhã, cantada pela Astrud Gilberto, do álbum Songs from the Thievery Hi-Fi.
Foi amor à primeira escutadela.
quinta-feira, setembro 08, 2005
Mais uma fornada
Alguma vez se interrogaram: "o que é uma secção de metais?"
Amigos, é isto:

Stryken: First Stryke - não é bem o meu género, mas o segundo da esquerda marchava.

Black Sabath: Sabotage - o truque está todo no maillot vermelho.

Pois que ele acenta bem tanto de frente, como por trás.

The Handsome Beasts: 04 - freiras nuas, homens gordos, animais... sounds like a party!
Amigos, é isto:

Stryken: First Stryke - não é bem o meu género, mas o segundo da esquerda marchava.

Black Sabath: Sabotage - o truque está todo no maillot vermelho.

Pois que ele acenta bem tanto de frente, como por trás.

The Handsome Beasts: 04 - freiras nuas, homens gordos, animais... sounds like a party!
Disco do dia
Este faz-me lembrar os meus tempos de secundário, na E.S.C.U. Foi lá que conheci a banda, através de uma grande amiga, a (bru)Xinha.Entretanto houve uma lista que usava músicas deles na campanha, e como a única coisa que a Associação fazia era pôr música votei neles.
E eles perderam.
Até hoje nunca ganhou ninguém em quem tivesse votado.
Coisas à la Chico.
Provocar um bocado a Clara
A culpa não é minha
Foi o Líder quem começou!







Este TINO tira-me do sério.
Ainda bem que não é português, senão dava-me forte concorrência no que toca à devoção feminina.







Este TINO tira-me do sério.
Ainda bem que não é português, senão dava-me forte concorrência no que toca à devoção feminina.
quarta-feira, setembro 07, 2005
Uma noite estranha (para dizer o mínimo)
Ontem combinei um café com o meu amigo Loff, para combinar umas coisas que só a nós nos dizem respeito.
Entrementes fui convidado pela Clara para ir tomar café com ela, uma vez que vai hoje para os Açores, e já estava com vontade de estar com ela.
Pelo caminho fiquei a saber que a Catarina e a Catarina também iam lá estar.
Olha, matam-se três coelhos de uma só cajadada.
Já agora, pensei, será que a J. Estará em casa?
Assim, depois de o Loff me ter ido buscar a casa, fomos até ao Picoas Plaza. Estavam a fechar o estaminé. Como é, como é que não é: vai-se ao cupicino da Defensores de Chaves (Chabejalê!). Começo a ver o caso mal parado, para mais sabendo que bi-Catarina tinham onde estar às 11h. Assim, depois de ter boleia até às Picoas despedi-me, e fui.
E estava a ameaçar chover.
Fui até ao cupicino do Chiado, e lá estavam elas, quais anjos do Após-Calipso, sentadas a fingir que ficaram contentes por me ver.
Tenho este efeito no mulherame: não gostam de mim, mas fingem bem. E depois nunca mais me esquecem.
Pá, tenho a dizer-vos que gostei muito de vocês:
Catarina (CPC): és tão choné e simpática como te imaginei.
Clara: és, como direi? Mimosinha (pode não parecer, mas é um elogio).
Catarina (Miss Catty): também não regulas muito bem, e isso agrada-me.
Colega da Clara: nunca fixo nomes à primeira, mas pareceste-me, também, muito simpática.
A seguir, ainda fui ter com a J., também ex-Fernão, a casa dela. Consegui ter três planos diferentes, e cumpri-os, em cerca de duas horas.
Ora se não sou fabuloso, o que é que sou?
Parvo, talvez...
Entrementes fui convidado pela Clara para ir tomar café com ela, uma vez que vai hoje para os Açores, e já estava com vontade de estar com ela.
Pelo caminho fiquei a saber que a Catarina e a Catarina também iam lá estar.
Olha, matam-se três coelhos de uma só cajadada.
Já agora, pensei, será que a J. Estará em casa?
Assim, depois de o Loff me ter ido buscar a casa, fomos até ao Picoas Plaza. Estavam a fechar o estaminé. Como é, como é que não é: vai-se ao cupicino da Defensores de Chaves (Chabejalê!). Começo a ver o caso mal parado, para mais sabendo que bi-Catarina tinham onde estar às 11h. Assim, depois de ter boleia até às Picoas despedi-me, e fui.
E estava a ameaçar chover.
Fui até ao cupicino do Chiado, e lá estavam elas, quais anjos do Após-Calipso, sentadas a fingir que ficaram contentes por me ver.
Tenho este efeito no mulherame: não gostam de mim, mas fingem bem. E depois nunca mais me esquecem.
Pá, tenho a dizer-vos que gostei muito de vocês:
Catarina (CPC): és tão choné e simpática como te imaginei.
Clara: és, como direi? Mimosinha (pode não parecer, mas é um elogio).
Catarina (Miss Catty): também não regulas muito bem, e isso agrada-me.
Colega da Clara: nunca fixo nomes à primeira, mas pareceste-me, também, muito simpática.
A seguir, ainda fui ter com a J., também ex-Fernão, a casa dela. Consegui ter três planos diferentes, e cumpri-os, em cerca de duas horas.
Ora se não sou fabuloso, o que é que sou?
Parvo, talvez...
O disco do dia
terça-feira, setembro 06, 2005
Quando não há nada para escrever
segunda-feira, setembro 05, 2005
Surfin' Safari
A minha irmã viu no telejornal as reacções ao grande concerto do Crato do Beach Boys.
E contou-me.
Foi algo assim do género:
Os novos: "Foi muito bom. Lembro-me de ouvir os Beach Boys com os meus pais quando ía-mos para a praia, e é um grupo que me diz muito."
Os entradotes: "É uma banda do meu tempo, e não podia deixar de vir. É um grande grupo, e gosto muito de os ouvir."
Uma entradota, de 50 anos (por aí): "Gosto muito destas bandas da juventude. São muito fixes."
Jornalista: "Mas os Beach Boys são dos anos 60, são mais do seu tempo."
Resposta: "Ah não. Não são do meu tempo. Gosto muito destas bandas da juventude. São muito mais bué fixes."
E contou-me.
Foi algo assim do género:
Os novos: "Foi muito bom. Lembro-me de ouvir os Beach Boys com os meus pais quando ía-mos para a praia, e é um grupo que me diz muito."
Os entradotes: "É uma banda do meu tempo, e não podia deixar de vir. É um grande grupo, e gosto muito de os ouvir."
Uma entradota, de 50 anos (por aí): "Gosto muito destas bandas da juventude. São muito fixes."
Jornalista: "Mas os Beach Boys são dos anos 60, são mais do seu tempo."
Resposta: "Ah não. Não são do meu tempo. Gosto muito destas bandas da juventude. São muito mais bué fixes."
quinta-feira, setembro 01, 2005
Compritas de novo

Fui a uma lojeca que há aqui no Saldanha que vende cd's e dvd's em 2ª mão. Tem muitos cd's, quase todos farçolas, mas de quando em vez aparece uma oportunidade apechinchada, e uma pessoa tem que aproveitar.
Aqui há tempos foi um cd dos The Pogues (Red Roses For Me) que me custou aí uns 5 éres, e desta feita foi o Rearviewmirror dos Pearl Jam, o duplo best of, que me ficou em 10 éres e 20 sentimentos.
O que é engraçado é que é um disco que saiu para aí no Natal.
Alguém que não gostou da prenda.
Ou então foi abafado.
Esta música é linda
Com açúcar, com afeto
Com açúcar, com afeto
Fiz seu doce predileto
Pra você parar em casa
Qual o quê
Com seu terno mais bonito
Você sai, não acredito
Quando diz que não se atrasa
Você diz que é operário
Vai em busca do salário
Pra poder me sustentar
Qual o quê
No caminho da oficina
Há um bar em cada esquina
Pra você comemorar
Sei lá o quê
Sei que alguém vai sentar junto
Você vai puxar assunto
Discutindo futebol
E ficar olhando as saias
De quem vive pelas praias
Coloridas pelo sol
Vem a noite e mais um copo
Sei que alegre ma non troppo
Você vai querer cantar
Na caixinha um novo amigo
Vai bater um samba antigo
Pra você rememorar
Quando a noite enfim lhe cansa
Você vem feito criança
Pra chorar o meu perdão
Qual o quê
Diz pra eu não ficar sentida
Diz que vai mudar de vida
Pra agradar meu coração
E ao lhe ver assim cansado
Maltrapilho e maltratado
Ainda quis me aborrecer
Qual o quê
Logo vou esquentar seu prato
Dou um beijo em seu retrato
E abro os meus braços pra você
Chico Buarque
Com açúcar, com afeto
Fiz seu doce predileto
Pra você parar em casa
Qual o quê
Com seu terno mais bonito
Você sai, não acredito
Quando diz que não se atrasa
Você diz que é operário
Vai em busca do salário
Pra poder me sustentar
Qual o quê
No caminho da oficina
Há um bar em cada esquina
Pra você comemorar
Sei lá o quê
Sei que alguém vai sentar junto
Você vai puxar assunto
Discutindo futebol
E ficar olhando as saias
De quem vive pelas praias
Coloridas pelo sol
Vem a noite e mais um copo
Sei que alegre ma non troppo
Você vai querer cantar
Na caixinha um novo amigo
Vai bater um samba antigo
Pra você rememorar
Quando a noite enfim lhe cansa
Você vem feito criança
Pra chorar o meu perdão
Qual o quê
Diz pra eu não ficar sentida
Diz que vai mudar de vida
Pra agradar meu coração
E ao lhe ver assim cansado
Maltrapilho e maltratado
Ainda quis me aborrecer
Qual o quê
Logo vou esquentar seu prato
Dou um beijo em seu retrato
E abro os meus braços pra você
Chico Buarque
Que pode haver de melhor...
terça-feira, agosto 30, 2005
Compritas
Ontem fui à fnac.
Estavam a aproveitar a onda do concerto dos U2, e estavam a vender os cd's, dvd's e singles todos ao mesmo tempo. A despertar o espírito consumista do pessoal.
Como não sou diferente dos outros, comprei um cd dos Beach Boys, aproveitando também a onda do concerto a que não vou.
Aproveitei, e comprei outro do Chico Buarque.


E vi um cd que não comprei, por mais vontade que tivesse.
Era um bom-bom, que também deixo aqui como prenda para os meus prezados leitores.
Estavam a aproveitar a onda do concerto dos U2, e estavam a vender os cd's, dvd's e singles todos ao mesmo tempo. A despertar o espírito consumista do pessoal.
Como não sou diferente dos outros, comprei um cd dos Beach Boys, aproveitando também a onda do concerto a que não vou.
Aproveitei, e comprei outro do Chico Buarque.


E vi um cd que não comprei, por mais vontade que tivesse.
Era um bom-bom, que também deixo aqui como prenda para os meus prezados leitores.
Eu e a minha avó
Ora pois bem, deixo-vos apenas um exemplo:
Há um ano (podem ter sido dois), levámos a minha avó a ver a casa de fim de semana que havíamos comprado, ao pé da Lagoa de Óbidos, pertinho da Foz do Arelho.
A casa fica perto de um pombal, estando por isso o condomínio cercado pela Lagoa e pelas árvores. Um cenário idílico, mas apenas para aqueles corações de espírito inefável, que se deixam impressionar pela natureza, em detrimento da vida agitada da urbe.
Nesse dia, em relação à casa, a minha avó teve duas frases que me marcarm profundamente pela sua beleza.
A primeira:"Isto qualquer dia arde tudo."
A segunda, para minha irmã: "Esta casa é muito bonita... para ser assaltada."
Mais tarde almoçámos no terraço, e como estava sol, o meu pai abriu o guarda-o-mesmo.
Prontamente: "O do meu vizinho é igual a este. Mas maior."
Ora eu já o vi, e não só não é igual (é mais feio, mesmo), como não é maior.
Esta capacidade que a minha avó tem de deitar tudo abaixo, preferentemente o nosso, exaspera-me. A minha mãe é filha única, mas os vizinhos têm sempre qualquer coisa melhor, ela já teve melhor, e por aí fora.
Até a casa era má, estava muito isolada, até porque "a minha casa na Guiné, não. Era na rua principal." Sendo que um primo meu, sobrinho dela, disse logo: "Era na rua principal porque era a única que havia."
"Ora toma" pensei eu.
"Sim, mas era perto do hotel mais importante da Guiné."
Responde o meu primo: "Era perto porque ficava na mesma rua. Mas era na outra ponta."
"Dois - zero" pensei.
Isto é o que pode ser um dia com a minha avó.
O facto de adorar falar mal da famíla do meu pai nos entretantos é outra.
Mas isso fica para depois, se me apetecer lavar mais roupa suja em público.
Há um ano (podem ter sido dois), levámos a minha avó a ver a casa de fim de semana que havíamos comprado, ao pé da Lagoa de Óbidos, pertinho da Foz do Arelho.
A casa fica perto de um pombal, estando por isso o condomínio cercado pela Lagoa e pelas árvores. Um cenário idílico, mas apenas para aqueles corações de espírito inefável, que se deixam impressionar pela natureza, em detrimento da vida agitada da urbe.
Nesse dia, em relação à casa, a minha avó teve duas frases que me marcarm profundamente pela sua beleza.
A primeira:"Isto qualquer dia arde tudo."
A segunda, para minha irmã: "Esta casa é muito bonita... para ser assaltada."
Mais tarde almoçámos no terraço, e como estava sol, o meu pai abriu o guarda-o-mesmo.
Prontamente: "O do meu vizinho é igual a este. Mas maior."
Ora eu já o vi, e não só não é igual (é mais feio, mesmo), como não é maior.
Esta capacidade que a minha avó tem de deitar tudo abaixo, preferentemente o nosso, exaspera-me. A minha mãe é filha única, mas os vizinhos têm sempre qualquer coisa melhor, ela já teve melhor, e por aí fora.
Até a casa era má, estava muito isolada, até porque "a minha casa na Guiné, não. Era na rua principal." Sendo que um primo meu, sobrinho dela, disse logo: "Era na rua principal porque era a única que havia."
"Ora toma" pensei eu.
"Sim, mas era perto do hotel mais importante da Guiné."
Responde o meu primo: "Era perto porque ficava na mesma rua. Mas era na outra ponta."
"Dois - zero" pensei.
Isto é o que pode ser um dia com a minha avó.
O facto de adorar falar mal da famíla do meu pai nos entretantos é outra.
Mas isso fica para depois, se me apetecer lavar mais roupa suja em público.
segunda-feira, agosto 29, 2005
Porque um mal nunca vem só
Estive pouco tempo em Chaves, fartei-me de trabalhar, e a minha avó também veio.
Vão ser três semanas de pesadelo.
Vão ser três semanas de pesadelo.
sexta-feira, agosto 26, 2005
EUREKA
Depois de aturada pesquisa, e de conversações com o Grande Líder, descobri qual era o duo rechonchudo, feio, sem dentes, e com uma catrefa de filhos...
tcharam...
DUO ELE E ELA!!!!!!
Crispim e a não-sei-quantas.
O homem que descobriu a Ágata enquanto procurava um dente perdido em Setúbal, sua (dele) terra natal (nabo sacado da púcara do Líder).
tcharam...
DUO ELE E ELA!!!!!!
Crispim e a não-sei-quantas.
O homem que descobriu a Ágata enquanto procurava um dente perdido em Setúbal, sua (dele) terra natal (nabo sacado da púcara do Líder).
quinta-feira, agosto 25, 2005
O meu telemóvel III - O Regresso
Ontem ligaram-me antes de almoço, dum rede fixa qualquer que não reconheci. Atendi:
"Estou sim?"
"Boa tarde, fala da Barradas e Barradas?"
"D'onde?"
"Barradas e Barradas."
"Não minha senhora, é engano. Ente número até é particular."
"Mas o senhor não é sócio da Barradas e Barradas? Nem está ligado à empresa?"
"Se fosse já lhe tinha dito, é engano."
"Ah, é que foi este o número que me deram do 118."
"Então olhe, deram mal."
"Desculpe lá, então."
"Não faz mal minha senhora, um bom dia."
MAS QUE PORRA!!!!! O MEU NÚMERO É PÚBLICO???????
Qualquer dia espalho outdoors pelo país com a minha cara, com um sorrisinho guterresiano, e o meu número de telefone. Ao menos aí é de propósito.
"Estou sim?"
"Boa tarde, fala da Barradas e Barradas?"
"D'onde?"
"Barradas e Barradas."
"Não minha senhora, é engano. Ente número até é particular."
"Mas o senhor não é sócio da Barradas e Barradas? Nem está ligado à empresa?"
"Se fosse já lhe tinha dito, é engano."
"Ah, é que foi este o número que me deram do 118."
"Então olhe, deram mal."
"Desculpe lá, então."
"Não faz mal minha senhora, um bom dia."
MAS QUE PORRA!!!!! O MEU NÚMERO É PÚBLICO???????
Qualquer dia espalho outdoors pelo país com a minha cara, com um sorrisinho guterresiano, e o meu número de telefone. Ao menos aí é de propósito.
quarta-feira, agosto 24, 2005
Guys after the game

Ontem, depois do jogo (onde consegui ver as duas partes em sítios distintos - a primeira na tasca do David, acompanhado de um amigo e de uma coca-colinha; a segunda num café ranhoso ali em Palma, ao lado do mesmo amigo, e em frente a uma fanta e uma bifana), fui deleitar-me com bom futebol. Vulgo um treino dos júniores do Sport Futebol Palmense, que não é o clube do meu bairro, mas é como se fosse.
O Palmense é um clube que nem sei em que divisão está, tem um campo pelado, e na época passada, aí em Janeiro, tinha um treinador que "não conhecia a palavra derrota" (cito a contínua), daí a primeira posição ocupada na tabela. A porra é que depois deve ter ido ao dicionário ver o que significava "derrota", e não subiram. Fiquei com pena.
Eu não conhecia o treinador, mas o meu amigo sim, e disse-me: "é aquele ali". Mas como estava tudo ao magote perguntei, e só depois vi o erro crasso da questão: "Qual?"
Erro porquê? Porque só um tinha bigode. Claro que se no meio de gente da bola há um bigode, esse é sem dúvida o treinador, sobretudo nas divisões inferiores onde a mística do foot-ball ainda não se perdeu.
Durante os treinos de descompressão apercebi-me que o adjunto, homem de penteado à João Pinto/Pedro Barbosa/ Estrela de rock dos anos 80, tem toda a classe de um Queirós, mística de um Magalhães, e savoir-faire de um Mourinho. Dirigiu-se a um dos tipos que assistia, e pediu-lhe: "Há paí cartão?"
"Paquê?"
"Tá ali um chavalo com uma ferida na peida e não consegue fazer nada, é papôr debaixo dele. Uma ferida assim aqui"- disse, enquanto apontava para a dita.
Ah futebol português, onde irás parar tu com gente desta longe dos grandes palcos desportivo.
terça-feira, agosto 23, 2005
Errata em relação ao post anterior
Aquela merda chama-se Lenda da Garça, como me disse a sempre atenta, e grande observadora de novelas portuguesas e venezuelanas da RTP e outros fenómenos paranormais, maf.
Um bem-haja!
Um bem-haja!
segunda-feira, agosto 22, 2005
Quinta das Garças (ou lá como se chama aquela merda)
Um dos diálogos mais românticos que ouvi ultimamente:
Ele: "Isto nunca me tinha contecido... você é tão especial..."
Ela: "Não. Especial é você."
Ele: "Então merecemo-nos!"
Ele: "Isto nunca me tinha contecido... você é tão especial..."
Ela: "Não. Especial é você."
Ele: "Então merecemo-nos!"
Músicas com que se acorda XIII

Open
i really don't know what i'm doing here
i really think i should've gone to bed tonight but...
just one drink
and there're some people to meet you
i think that you'll like them
i have to say we do
and i promise in less than an hour we will honestly go
now why don't i just get you another
while you just say hello...
yeah just say hello...
just say hello...
so i'm clutching it tight
another glass in my hand
and my mouth and the smiles
moving up as i stand up
too close and too wide
and the smiles are too bright
and i breathe in too deep
and my head's getting light
but the air is getting heavier and it's closer
and i'm starting to sway
and the hands all on my shoulders don't have names
and they won't go away
so here i go
here i go again...
falling into strangers
and it's only just eleven
and i'm staring like a child
until someone slips me heaven
and i take it on my knees
just like a thousand times before
and i get transfixed
that fixed
and i'm just looking at the floor
just looking at the floor
yeah i look at the floor
and i'm starting to laugh
like an animal in pain
i've got blood on my hands
i've got hands in my brain
and the first short retch
leaves me gasping for more
and i stagger over screaming
on my way to the floor
and i'm back on my back
with the lights and the lies in my eyes
and the colour and the music's too loud
and my head's all the wrong size
so here i go
here i go again...
yeah i laugh and i jump
and i sing and i laugh
and i dance and i laugh
and i laugh and i laugh
and i can't seem to think
where this is
who i am
why i'm keeping this going
keep pouring it out
keep pouring it down
keeping it going
keep pouring it down
and the way the rain comes down hard
that's the way i feel inside...
i can't take it anymore
this it i've become
this is it like i get
when my life's going numb
i just keep moving my mouth
i just keep moving my feet
i say i'm loving you to death
like i'm losing my breath
and all the smiles that i wear
and all the games that i play
and all the drinks that i mix
and i drink 'til i'm sick
and all the faces i make
and all the shapes that i throw
and all the people i meet
and all the words that i know
makes me sick to the heart
i feel so tired...
and the way the rain comes down hard
that's how i fell inside...
R. Smith - The Cure
P.S.: Perdoem-me quaisquer erros, pois foi de cabeça.
sexta-feira, agosto 19, 2005
Felino sexy

Não é insultuoso escolher o Steve Martin para o papel de inspector Clouseau, sobretudo tendo em conta que o papel era do grande Peter Sellers?
Já aquela do Roberto Benigni me fez cócegas nos tornozelos, mas o Steve Martin?
O que andam a fazer à pantera cor-de-rosa?
Outro assunto, mas na mesma temática: comprei a caixa com os filmes animados da dita pantera.
Estou feliz.
quinta-feira, agosto 18, 2005
Com uma lágrima no canto do olho
Seguir o conselho da amiga Catarina, e escrever muitos posts para tirar daqui as músicas, ia-me dar um trabalho do caneco.
Assim, com certa tristeza minha, resolvi abdicar de três músicas, a ver se melhoro um bocado este Vosso estaminé.
Gianni Morandi ("Non Son Degno Di Te"), Jimmy Fontana ("Il Mondo") e Demis Roussos ("Goodbye My Love, Goodbye") foram os eleitos. Este último, vendo bem, só o tinha posto por gozo, porque nunca, no meu perfeito juízo, poderia gostar deste homem que veste camisas de noite durante o dia.
Digam-me se ajudou.
Assim, com certa tristeza minha, resolvi abdicar de três músicas, a ver se melhoro um bocado este Vosso estaminé.
Gianni Morandi ("Non Son Degno Di Te"), Jimmy Fontana ("Il Mondo") e Demis Roussos ("Goodbye My Love, Goodbye") foram os eleitos. Este último, vendo bem, só o tinha posto por gozo, porque nunca, no meu perfeito juízo, poderia gostar deste homem que veste camisas de noite durante o dia.
Digam-me se ajudou.
Estou contente
Segundo sei, por fontes fidedignas, o Desportivo de Chaves vai mesmo ocupar uma das vagas deixadas em aberto pelo Felgueiras e pelo Alverca, voltando à Segunda Liga.
Estou feliz, porque estou contente.
Estou feliz, porque estou contente.
Coisas que se vêm por esse mundo afora
Um restaurante chinês, no Saldanha Residence, chamado Xau-Danha.
domingo, agosto 14, 2005
Já cá estou
aquilo era um bocado manhoso, portanto não vou tecer comentários. Talvez a minha mana tenha fotografias que valham a pena.
A parte boa foi ter ido aos estúdios do Sergio Leone.
E foi isso.
A parte boa foi ter ido aos estúdios do Sergio Leone.
E foi isso.
quarta-feira, agosto 03, 2005
Bem, é assim a vida
Como ninguém, além do Big Pale Boss, me deu os parabéns pelos dois anos do blOgre, vou refugiar-me em Espanha. Vou para os lados de Almería, ver o deserto onde filmaram os Westerns Spaghetti.
Vou prestar a minha homenagem ao Sergio Leone, que devia ser um gajo porreiro.
Beijinhos e abraços.
Vou prestar a minha homenagem ao Sergio Leone, que devia ser um gajo porreiro.
Beijinhos e abraços.
quinta-feira, julho 28, 2005
quarta-feira, julho 27, 2005
Erro imperdoável
Outro dia confundi o Jimmy Fontana com o Gianni Morandi, mas já corrigi.
Acho que até fica melhor assim, porque o Jimbas (para os amigos) é bem mais giro.
Acho que até fica melhor assim, porque o Jimbas (para os amigos) é bem mais giro.
segunda-feira, julho 25, 2005
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